terça-feira, 26 de novembro de 2013

O frouxo correu da parada

Diante da quantidade de saias justas que iria enfrentar, o carrasco de professores cancelou a entrevista de ontem no cidade viva.

Mais informações, vá ao link abaixo:
http://produtos.ne10.uol.com.br/cidadeviva/index.php/eduardo-campos-cancela-entrevista-no-cidade-viva/

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

REUNIÃO DA OPOSIÇÃO

A OPOSIÇÃO ALTERNATIVA SINTEPE 
REÚNE-SE SÁBADO DIA 23 de novembro de 2013 
às 11:30' h.
SEDE DA CONLUTAS

R. José de Alencar, 44, bloco A, sala 33, Boa Vista - Recife - PE.
CEP 50070-030. Fone: 3222 5709
Edf. do Bar e Restaurante Mustang (lado da Loja Riachuelo)
Pontos em discussão:
Informes,municipalização, Congresso Sintepe, outros.

domingo, 17 de novembro de 2013

EDUCAÇÃO NO ESTADO DE PERNAMBUCO

http://ne10.uol.com.br/canal/interior/agreste/noticia/2013/11/14/video-em-surubim-escola-publica-nao-oferece-condicoes-de-aula-454660.php?fb_action_ids=554395284651200&fb_action_types=og.recommends&fb_source=other_multiline&action_object_map=%7B%22554395284651200%22%3A194986627355935%7D&action_type_map=%7B%22554395284651200%22%3A%22og.recommends%22%7D&action_ref_map=%5B%5D

SEM TRANSPORTE ESCOLAR

Do Blog do Paulo Elias
A Prefeitura Municipal de Araripina vai entrar no quinto mês sem pagar o transporte escolar. É desse jeito que o prefeito Alexandre Arraes (PSB) governa o município.  Enquanto isso, os estudantes ficam na beira das estradas "mendigando" caronas para poder estudar.  A falta de pagamento do transporte escolar está deixando aluno fora da sala de aula.  Foto: Fabíola Tiné
E é para esses municípios sem comprometimento algum com a educação que o governo Eduardo Campos(PSB_PE) está jogando os alunos da rede estadual,  num absurdo e irresponsável processo de municipalização .Albênia Silva.

ESCOLA JOAQUIM AMAZONAS NAS RUAS CONTRA A MUNICIPALIZAÇÃO

Albenia Silva Albenia Silva
/www.facebook.com/photo.php... CAMARAGIBE DIZENDO NÃO À MUNICIPALIZAÇÃO

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

ASSEMBLEIA GERAL SINTEPE


O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco promove no próximo dia 28 de novembro (quinta-feira), uma assembleia geral da categoria. O encontro está marcada para às 15h, em frente à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), na Rua da Aurora, no Recife. Durante a reunião, os trabalhadores em educação vão promover um protesto contra todas as ações do governo do estado, que estão prejudicando a Educação Básica. Além disso, na ocasião, será aprovado o calendário de mobilizações 2013/2014.
Fonte: Sintepe

O CAÇADOR de RAPOSAS

Por  Heitor Scalambrini Costa     Professor da Universidade Federal de Pernambuco
  
No século passado, tivemos um jovem e esportivo candidato a presidente da República que ficou conhecido como “ocaçador de marajás”, e que logo depois de eleito acabou sendo defenestrado do trono presidencial, pois o próprio, junto com seu ex-tesoureiro da campanha eleitoral, estavam enriquecendo (mais ainda) às custas das maracutaias promovidas de dentro do Palácio da Alvorada, com ramificações na Casa da Dinda.
 Agora, passado 20 anos, surge o “caçador de raposas”. Discurso empregado pelo presidenciável e governador de Pernambuco para se referir à necessidade de “aposentar as raposas da política brasileira”. Entenda-se aqui como “raposas” os políticos profissionais, quase eternos, aqueles que, como diz o governador, contribuem para uma política “mofada, cansada e atrasada”. Para os marqueteiros do presidenciável pernambucano, o objetivo é de apresentá-lo como o “novo”, aquele que vem para fazer uma “nova política”. Assim, é preciso construir uma imagem positiva e criar, junto àopinião publica, a figura de um político dinâmico, bom administrador, gestor público competente, diferenciado-o das velhas praticas políticas e dos políticos de carreira desgastados junto à população.
Essa estratégia já deu certo uma vez, e por que não agora, que a desilusão tomou conta dos eleitores que foram as ruas protestar? O partido no poder há 11 anos já não atende aos reclamos  e demandas da população, que exige mudanças. Prometeu “mundos e fundos” e acabou no lugar comum da corrupção, dos acordos políticos inexplicáveis, da velha pratica de “fazer política no país”, simbolizada pela máxima “é dando que se recebe".
Sem duvida quem acompanha a trajetória do jovem governador, mas já idoso nos caminhos sinuosos da política brasileira,conhece muito bem sua obsessão em conquistar e exercer o poder, não levando em consideração os meios para chegar lá.
Em Pernambuco, os exemplos da conduta e da pratica política deste jovem-velho político são inúmeros. O nepotismo reinante no Estado com parentes distribuídos em cargos públicos, que teve seu ápice no envolvimento direto do governadorna eleição da própria mãe a um cargo vitalício no Tribunal de Contas da União. Os acordos “toma lá, dá cá” com os prefeitos e deputados estaduais, o que o tornou praticamente um governante sem oposição. 
Simbolicamente, essa pratica ficou evidente quando patrocinou a mudança na Constituição Estadual, para que um seu aliado político fosse reconduzido à Presidência da Assembleia Legislativa pela quarta vez (talvez seja conduzido novamente a um quinto mandato, como o próprio afirmou só depende do governador querer). Sem falar no chamado “desenvolvimento predatório” que tem patrocinado seu governo.
O que se desvenda dessa obsessão pelo poder do jovem e esperto governador é que ele age muito mais como amigo das raposas, de que como predador. Basta ver seus acordos e alianças espúrias pelo Brasil afora, nada programáticas,formando o bloco dos econeoliberais socialistas, voltados a um único objetivo: ascender ao poder de presidente da República. E ainda diz o que todos querem ouvir, que é necessária mudança profunda do sistema político. Só acredita que não o conhece.
O importante nessa estória toda é não esquecer do passado recente do jovem-velho e ficar atento, pois a caça pode ser você.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

JC NEWS| MUNICIPALIZAÇÃO EM DEBATE

Amanhã (quarta-feira 13 de novembro) o Secretário de Educação, Fernando Melo (Sintepe) e o presidente da Amupe estarão num debate sobre municipalização na JC NEWS (90,3) programa de Aldo Vilela DE 10 às 11h da manhã.
As perguntas podem ser enviadas para 3221-1663. Pena, sem participação alguma de representantes da base dos trabalhadores em educação.

CONCURSO

http://fgvprojetos.fgv.br/concursos/peb/jp

FECHANDO TURMAS

DIÁRIO de PERNAMBUCO- Recife, terça-feira,12 de novembro de 2013
Cartas à redação (cartas@dpnet.com.br)

FECHANDO TURMAS A Ouvidoria da Secretaria de Educação respondendo a manifestação de nº 201362227 diz: "Comunicamos a v.Sª que de acordo com a Gerência Regional de Educação Metropolitana Sul, a Escola Joaquim Amazonas não está em processo de municipalização”. Porém, a orientação de matrícula para 2014 nessa unidade de ensino, ordena o repasse das turmas de Ensino Médio para a Escola Antonio Carneiro Leão ficando, a Escola Joaquim Amazonas funcionará apenas com o Ensino Fundamental que será repassado para as mãos da prefeitura de Camaragibe. Enquanto o Carneiro Leão fica com o governo e será transformado em Escola de "Referência’’.  A municipalização funciona assim, de maneira escamoteada ,sem escutar o povo e nem mesmo o sindicato (SINTEPE) que representa os trabalhadores em Educação. É dessa forma que o governo Eduardo Campos se livra de sua responsabilidade com boa parte dos alunos da rede. Porém, organizada e envolvida com as ações da escola a comunidade foi às ruas em atos de protestos dizer mais uma vez, NÃO À MUNICIPALIZAÇÃO.
Albênia Silva/Camaragibe

sábado, 9 de novembro de 2013

SEM REFERÊNCIA

Bastante propagandeadas, as chamadas Escolas de “Referências” são  tidas pelo governo como o modelo de educação a ser disseminado pelo  país. Laboratórios equipados, bibliotecas em  funcionamento, projetos diversificados, quadra poliesportiva, salas climatizadas, acomodações especiais para alunos e professores  é o que se mostra na mídia. Porém, atos de protestos realizados pelos  alunos, põem abaixo o mito que cerca essas unidades de ensino.  No município de Escada (Mata Sul) por  exemplo, o EREM  Monsenhor João Rodrigues, sem suporte técnico, o laboratório  de informática quase não é utilizado pelos alunos, a biblioteca (sem bibliotecário)antes funcionando sob a responsabilidade de professores readaptados, atualmente, encontra-se  fechada. No município de Cedro (Sertão pernambucano) alunos do EREM Manoel Joaquim Leite, realizaram ato de protesto e ainda, gravaram um vídeo denunciando as péssimas condições estruturais da  escola. Em Olinda,  alunos da Escola de Referência foram às ruas cobrar  professores, equipamentos,mesas, cadeiras para a unidade de ensino. Esses, são apenas alguns  exemplos que comprovam o que a tempos já se sabia, são as Escolas de “Referências” meros instrumentos de marketing,  para o governo Eduardo Campos.
Foto: EREM  Monsenhor João Rodrigues (Escada_PE)

terça-feira, 5 de novembro de 2013

domingo, 3 de novembro de 2013

REFERÊNCIA EM DESCASO




Assim como o Porto de Suape, as Escolas chamadas de “Referências” são as “meninas dos olhos’’ e figuram nas propagandas eleitorais do governo Eduardo Campos. Prometendo ensino de qualidade e com estrutura física e aparelhagem diferenciada além, de uma gratificação especial para os professores, estas unidades de ensino prometem revolucionar a educação em Pernambuco. Porém, protestos recentes de alunos desmascaram e mostram a verdadeira face dessas escolas que nada tem de referência. Em Camela/Ipojuca por exemplo, a Escola de Referência Albertina da Costa Soares está em reforma desde 2008, e funciona de forma precária com salas improvisadas em divisórias em PVC. Alunos do EREM de Petrolândia reclamam das refeições, das cadeiras quebradas e do calor insuportável que chega a atrapalhar o andamento das aulas. No município de Jucati, agreste pernambucano a Escola de Referência funciona num galpão. Situações como essas atestam o quanto a educação do estado vem sendo sucateada e maquiada.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

AUDIÊNCIA NA ALEPE



Em audiência pública realizada na ALEPE (29 out.13) o secretário de educação e, auditor fiscal Ricardo Dantas não poupou números para justificar a entrega das escolas da rede para os prefeitos. Disse que em 2007 havia 331 mil alunos matriculados na rede privada e, em 2012 esse total passa para 499 mil. Enquanto as matrículas da rede pública estadual caíram de mais de 1 milhão pra 923 mil.Na visão do secretário a procura por escolas privadas está no envelhecimento da população(redução dos nascimentos) e na melhoria da qualidade de vida desta. Para o auditor fiscal, repassar as escolas do Estado para os municípios é um dos caminhos para melhorar a qualidade da educação no estado uma vez que, os municípios ficarão encarregados com o Ensino Fundamental I e II, e o Estado apenas com o Ensino Médio (Escolas de Referências e Escolas Técnicas). Afirmou também que, o governo está estudando Projeto de Lei para municipalizar as escolas e que o processo deverá ocorrer até 2017. Defendendo a municipalização a represente da UNDIME, deixou claro que, os municípios estão desejosos para receber as escolas das mãos do governo porém, deixou transparecer que, o mais importante na municipalização é a possibilidade de “engordar os caixas” das prefeituras por meio do dinheiro do FUNDEB. A representante do MPPE em sua intervenção chegou a dizer que a municipalização não tem volta, é algo irreversível porém, a mesma afirmou que a municipalização não é lei e precisa de regulamentação para acontecer. 

Ora, se a municipalização ainda não está regulamentada, como pode-se aceitar a transferências das escolas para os municípios como algo pronto e acabado? O próprio secretário de(des)educação chegou a admitir que, os prefeitos não são obrigados a aceitar o repasse das escolas.

Fernando Melo (SINTEPE) pontuou os prejuízos da municipalização e as experiências negativas de escolas já municipalizadas. A deputada Teresa Leitão mostrou-se preocupada com os rumos que a municipalização está tomando e solicitou que o Projeto de Lei do governo passe por uma discussão com a categoria antes da votação na ALEPE. 
Na intervenção do público presente o que eu não faltou foi rebatimento às inverdades proferidas pelo secretário de educação. Turmas e escolas fechadas, negação de matrículas pelo 0800, falta de capacidade das prefeituras em receber as escolas estaduais, protestos que estouraram pelo estado, falta de transparência e desrespeito à comunidade escolar, retirada arbitrária das direções das escolas municipalizadas, perseguições ao professores em ambientes de trabalho, humilhação aos gestores em reuniões na SEDUC , foram alguns dos pontos colocados no debate. Denunciou-se também na plenária a ata da reunião em que o senhor Ricardo Dantas propõe alterações no Estatuto do Magistério e que, entre outra coisas, pede a remoção do professor de sala e/ou de escola caso este não esteja produzindo resultados satisfatórios.
Como instrumento de diálogo e de esclarecimentos, sem poder de deliberação, dessa plenária resta-nos aguardar o desdobrar das discussões.



FALANDO DE EDUCAÇÃO

http://www.youtube.com/watch?v=CGYCHkg7GEc&feature=youtu.be